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:: Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2014 ::
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    Espada-de-São-Jorge

    A superstição segundo a qual certas plantas ornamentais trazem boa sorte ou afastam acontecimentos malignos tornou-as muito populares nos jardins brasileiros ou em ambientes internos. Como ocorre com a guiné e o comigo-ninguém-pode, a espada-de-são-jorge é tida também por benfazeja.

    Espada-de-são-jorge ou sanseviéria é o nome por que são conhecidas várias espécies do gênero Sansevieria, plantas da família das liliáceas. As folhas alongadas e estreitas, de cor verde-escura, podem apresentar manchas brancas ou listras longitudinais mais claras. A S. trifasciata, originária da África do Sul, é a mais comum no Brasil, com as variedades goldiana, cujas folhas têm uma larga faixa branca nas bordas; laurentii, em que essa faixa se apresenta na cor amarela, e outras. A S. zeylanica, originária do Sri Lanka, com folhas mais largas e mais claras que as da espécie anterior, dá-se bem em vasos, jardineiras e jardins.

    Muito rústicas, as espadas-de-são-jorge sobrevivem em ambientes de pouca luz e umidade. Multiplicam-se por divisão dos rizomas e também por pedaços de folha enraizados na areia. Se propagada dessa forma, a variedade laurentii perde as listras amarelas e reverte à espécie original. Do início da primavera ao fim do outono, a muda deve ser adubada a cada quatro meses e o solo onde está plantada, mantido moderadamente seco. No inverno, rega-se apenas o suficiente para não murchar. Algumas espécies podem ser aproveitadas como fonte de fibras têxteis.

     

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