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:: Quinta-feira, 30 de Outubro de 2014 ::
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    A História do Bandolim

    Membro da família de instrumentos de cordas criados na Itália no século XVIII, que vieram a substituir o alaúde, o bandolim herdou desse ancestral as mais belas e perfeitas características, embora nunca tenha adquirido a importância musical daquele.

    Bandolim é um instrumento dotado geralmente de quatro cordas duplas, em sol2, ré3, lá3, mi4, como os violinos. A caixa de ressonância tem forma de pêra e fundo abaulado. Toca-se com palheta, e sua extensão é de aproximadamente três oitavas.

    O instrumento surgiu por volta do século XVIII e difundiu-se na Itália, onde surgiram os tipos napolitano, genovês, romano, siciliano, florentino ou milanês. A diferença entre os vários tipos está no número e qualidade das cordas e, conseqüentemente, na afinação. O tipo predominante em todo o mundo é o napolitano. As demais espécies, algumas com a tradicional montagem em cordas de tripa, estão em desuso. Modernamente, as cordas metálicas são preferidas, pois se adaptam melhor ao uso da palheta.

    O repertório clássico que admite o bandolim inclui as óperas Don Giovanni, de Mozart, e Otelo, de Verdi; a sonatina em dó menor para bandolim, de Beethoven, e a sinfonia em ré maior de Mahler. A música popular brasileira reservou para o bandolim os solos de um de seus gêneros instrumentais mais importantes, o chorinho.

     

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